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Greve e paralisação na segurança pública seguem no RN

Há mais de 20 meses o governo vem atrasando o pagamento do servidores

A justiça acatou o pedido da Procuradoria-Geral do Estado e considerou a paralisação ilegal desde o dia 24 de dezembro
A gestão do governador Robson Faria (PSD) no Rio Grande do Norte está sendo marcada por greves e paralisações dos servidores do estado, desde novembro de 2017 foram intensas as mobilizações dos trabalhadores, suspendendo o funcionamento de setores da saúde e da educação como hospitais e universidade, realizando diversos atos, ocupando o prédio da governadoria por direitos e contra a precarização do serviço público. Há mais de 20 meses o governo vem atrasando os pagamentos dos servidores, pagando os salários de forma parcelada e por escalas, aliada a falta de diálogo com os sindicatos, sendo essas as principais questões apontadas pelas categorias. 
   

Na segurança pública não é diferente, desde o dia 20 de novembro a polícia civil e militar vem realizando paralisações pelo pagamento dos salários atrasados e por melhores condições de trabalho. "Nós estamos falando de uma necessidade básica do trabalhador, que é o salário. Hoje, os policiais civis ainda não receberam seus salários de novembro, nem o 13º e também não sabem quando vão receber dezembro. Ou seja, a situação chegou no limite do limite. Por isso, desde a semana passada temos realizado essas mobilizações", comenta Nilton Arruda, presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança, (Sinpol RN). O Governo anunciou o possível pagamento da folha de novembro para essa semana, mas não tem definição para o pagamento de dezembro e do 13°.     

A justiça acatou o pedido da Procuradoria-Geral do Estado e considerou a paralisação ilegal desde o dia 24 de dezembro, mas as forças de segurança continuam em greve, realizando diversas assembleias e reafirmando o posicionamento de retorno somente após o pagamento. No caso de descumprimento, os sindicatos e associações que representam os trabalhadores receberão multas diárias que vão de R$2 mil á R$30 mil, além das ameaças de prisão aos que não retornarem aos postos de trabalho, incitarem e defenderem a paralisação. Nesse sentido, os trabalhadores aprovaram em assembleia nessa ultima terça-feira (02) que seguirão trabalhando em regime de plantão, mesmo com possibilidade de serem presos, além de se apresentarem em massa nessa quarta-feira (03) na delegacia geral da polícia como uma ação política frente à determinação de prisão realizada pelo Desembargador Claudio Santos, decisão tomada após um pedido do governo do RN que alegava desobediência dos trabalhadores á ultima decisão da justiça que considerou o movimento ilegal. A ação foi intitulada nas redes sociais como #VaiFaltarAlgemas. 

Outra questão importante é o aumento da violência durante a paralisação das forças de segurança, segundo a ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, Natal é 10ª cidade mais violenta do mundo, sendo a mais violenta do Brasil segundo os registros. De acordo com o Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) a cidade teve o maior índice já contabilizado, em 2017 foram mais de dois mil homicídios. O governo solicitou a Força Nacional e o Exercito para reforçar a segurança no estado, mas a crise na segurança pública só se intensifica, além do descaso com o serviço público notado nas mobilizações dos trabalhadores nesse ultimo período. 

Segundo Roberto Moura, presidente da Associação dos Escrivães de Polícia (ASSESP), na última reunião realizada nessa manhã de quarta-feira (3) na delegacia geral de polícia, foi encaminhado uma reunião com a Secretaria Estadual de Segurança com o intuito de ter uma resposta concreta do governo sobre as medidas que serão tomadas, além da reabertura da mesa perene de negociação. Nesse momento, as categorias estão em negociação com a secretaria. 

A atual gestão do governador Robson Faria (PSD) teve como um dos seus principais lemas de campanha a segurança pública, sendo conhecido como o “governador da segurança” durante o período eleitoral, além de ser um dos investigados pela Operação Anteros da Polícia Federal que investiga a suspeita dos crimes de organização criminosa e obstrução de justiça. 

Fonte: Brasiol de fato

ANDES