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Expediente desta quarta-feira (19) suspenso devido a ameaças de ataques à Universidade Federal do Espírito Santo

 

Com medo de um suposto ataque, muitos resolveram não ir ao campus de Goiabeiras.

Diante das mensagens de intimidação divulgadas nas redes sociais com informações sobre um possível ataque na unidade nesta quarta-feira, 19, a Adufes decidiu cancelar o atendimento ao público na parte da tarde. E em razão do feriado prolongado o sindicato retoma as atividades na segunda, 24.

Na mensagem terrorista, “esquerdistas, feministas, viados e negros” seriam alvos do atentado. A informação surgiu em um grupo da deep web (parte da internet não acessível pelos mecanismos de busca e oculta do grande público), e prints da mensagem circularam na internet.

Entenda o caso. No meio da tarde dessa terça-feira, dia 18, o conteúdo de uma postagem feita em um fórum na internet viralizou em grupos de troca de mensagens de alunos e professores da Ufes. Na postagem alguém dizia que iria "matar esquerdistas, feministas, viados e negros” e pedia para que “os cidadãos de bem não frequentassem o ambiente neste dia”.

Em nota, a reitoria da Ufes afirmou que todas as providências estão sendo tomadas em relação a um possível ataque armado ao campus e que a Superintendência da Polícia Federal no Espírito Santo, o Núcleo da Polícia Militar na Ufes e a Gerência de Segurança e Logística da Universidade, investigam o caso.

A Adufes solicita uma investigação rigorosa pelas autoridades competentes e punição dos responsáveis pela postagem criminosa.

Outros casos. A Ufes não foi a primeira universidade do país a sofrer com esse tipo de ameaça. Nas últimas semanas, mensagens com conteúdo violento foram disseminadas junto as comunidades universitárias das Federais de Pernambuco (UFPE), do Paraná (UFPR), do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Goiás (UFG).

Fonte: Adufes

Só arraiá bão: Adufes prepara festança da categoria

Não fique de fora, festa junina em São Mateus, no próximo dia 28 (sexta-feira); em Alegre, dia 5 de julho (sexta); e, na sequência, o tradicional arraiá julino dia 19/7, em Vitória, na sede da Adufes. Confirme logo presença!

Prepare sua ‘mior’ roupa que uma das festas mais esperadas pela categoria está chegando.  O primeiro festejo será em São Mateus na sexta-feira (28/6), às 20 horas, no Cerimonial Be Happy - Bairro Universitário. Cada sindicalizado/a terá direito a levar um (a) acompanhante e filhos (as) menores de até 12 anos.

Este ano, os/as filiados poderão levar dois convidados excedentes, ou seja, comprar dois convites extras (adulto R$ 50,00 e criança R$ 25,00). No interior, os convites extras poderão ser adquiridos na hora da festa. No entanto é  imprescindível confirmação de presença pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Como a primeira festa é em São Mateus, os/as colegas do Ceunes precisam se apressar. A confirmação de presença deve ocorrer até dois dias antes do evento (neste caso, quarta-feira, 26/6). É que a equipe da Adufes está organizando o evento na cidade e precisa acertar os detalhes da festa, como decoração, comida e bebida típicas, decoração, sanfoneiro, e montagem de espaço kids. Tudo visando garantir que a festa fique ainda mais gostosa.


Confirmadíssima também as festas julinas em Alegre e Vitória. 
Em breve divulgaremos detalhes sobre essas dois festejos típicos que, com certeza. irá proporcionar alegria e diversão para todos/as.

Serviço

Festa Junina da Adufes/Ceunes 2019
Data: 28 de junho (sexta-feira) 
Horário: 19 horas
Local: Cerimonial Be Happy

Confirmação de presença pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

REGRAS PARA OS FILIADOS:

Sindidalizado/a não paga. Tem direito a um/a acompanhante e filhos/as até 12 anos
Poderá comprar ainda até dois ingressos extras (para convidados/as) 
R$ 50,00 – adulto 
R$ 25,00 - criança até 12 anos

Fonte: Adufes

#GreveGeral14J: trabalhadores/as capixabas protestam contra a reforma da Previdência


O Estado amanheceu paralisado e com atos em vias estratégicas.

Na capital, por volta das 4h30, já havia piquetes e manifestações na entrada da Vale (na Orla de Camburi), na Praça Costa Pereira e na Rodoviária de Vitória (Centro). O mesmo ocorreu nas 2ª e 3ª Pontes, em Vitória e Vila Velha, respectivamente.

No campus de Goiabeiras/Ufes, os portões amanheceram com correntes e cadeados.Além do direito à previdência, a comunidade acadêmica protestou contra os cortes de verbas na educação e os retrocessos do governo Bolsonaro.

Com o apoio de professores/as, estudantes e técnicos/as do Instituto Federal do ES (Ifes), o grupo reforçou nas ruas e nos piquetes a necessidade de intensificar a mobilização contra a retirada de direitos.

Em um dos portões da universidade, os/as professores/as dialogaram com motoristas e visitantes que insistiam em adentrar na unidade.  Esteve na pauta da greve, o respeito à soberania nacional e medidas efetivas para geração de empregos.

No final da manhã desta sexta-feira (14), várias categorias se juntaram em um ato unificado em frente ao prédio da Federação das Indústrias do ES (Findes), na Avenida Reta da Penha.

Com faixas, cartazes e bandeiras por onde passavam os/as manifestantes pediam apoio das pessoas. “Não queremos essa reforma da previdência, nem uma educação sucateada. Por isso, da Greve Geral”, disse o presidente da Adufes José Antônio da Rocha Pinto.

Ele ressaltou que, ao contrário do que a mídia corporativa está frisando nos telejornais, os/as manifestantes não são vândalos. “Estamos nas ruas denunciando o desmonte da previdência e a retirada de direitos”.

Uma categoria que tentou aderir de forma integral ao movimento paredista foi a dos rodoviários. O sindicato chegou a comunicar os patrões em 7 de junho sobre a paralisação das atividades por 24 horas. Por decisão da justiça, no entanto, os ônibus circularam nesta sexta-feira com 70% da frota em horários de pico e 50% nos demais horários.

Estimativa. Após os atos vitoriosos dos dias 15 e 30 de maio em defesa da educação pública e gratuita, os/as trabalhadores/as ocuparam novamente as avenidas do Brasil. Estima-se que foram paralisados mais de 100 locais de trabalho nos 26 estados e o Distrito Federal.

“Convocamos mais um dia de mobilização para mostrar que nossa luta apenas começou. Nosso objetivo é reverter os cortes e barrar a reforma da Previdência. Temos força para isso”, ressaltou o diretor do Sindibancários/ES, Carlos Pereira de Araújo, o Carlão. 

Trabalhadores da educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, bancários, portuários, agricultores familiares, motoristas, cobradores, caminhoneiros, petroleiros e outros usaram o dia de trabalho para dizer bem alto “Basta de cortes e não à reforma da Previdência”.

Fonte: Adufes

ANDES